Com 34,7 mil atendimentos e 4 mil cirurgias em 2024, Metropolitano se consolida como referência em salvar vidas

Neide Brandão / Ascom HMA O Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), localizado na Cidade Universitária, em Maceió, encerrou o ano de 2024 com números expressivos e avanços significativos em diversas áreas, consolidando-se como uma unidade de referência no cuidado à saúde e na inovação em tratamentos. Durante o ano, a unidade ampliou seus serviços e fortaleceu sua missão de salvar vidas, destacando-se em iniciativas de alta complexidade e programas de abrangência nacional e internacional. Foram realizados 34.718 atendimentos ambulatoriais, 4.563 internações, 4.095 cirurgias, 382.308 exames laboratoriais e 30.516 exames de imagem. Esses números refletem o impacto da instituição na vida dos pacientes que buscaram atendimento ao longo do ano. Como é o caso de Maurício Soares, de 58 anos. Ele ficou internado em decorrência de problemas hepáticos e continua sendo assistido no ambulatório. “Eu não tenho o que reclamar deste hospital. Tenho passado por revisões rotineiramente. O atendimento aqui é nota 10 e a minha saúde também será até fevereiro quando concluo o tratamento”, comemorou. O diretor do HMA, Filipe Fernandes, celebrou os resultados, além de destacar a dedicação da equipe e os avanços implantados. “2024 foi um ano de grandes conquistas para o Hospital Metropolitano. Iniciamos novos procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos em neurocirurgia, gastroenterologia, cabeça e pescoço, e urologia, através da endoscopia, o que trouxe ainda mais segurança e eficiência aos nossos pacientes. Além disso, reforçamos o Plano Emergencial de Oncologia, ampliando as cirurgias nas áreas de cabeça e pescoço, mama e urologia, reafirmando nosso compromisso com a saúde oncológica da população”, acrescentou o diretor. Avanços que salvaram vidas Um dos grandes destaques do ano foi o fortalecimento do Programa AVC Dá Sinais, do Governo do Estado, que tem no hospital sua maior unidade de AVC, além de contar com um ambulatório para tratamento pós-acidente vascular. O programa atraiu visitantes internacionais do Uruguai, Japão e de diversos estados brasileiros interessados em conhecer a estrutura e as estratégias do projeto, que é referência no tratamento e reabilitação de pacientes acometidos pelo acidente vascular cerebral. Reginaldo Teixeira, de 48 anos, foi atendido no hospital após sofrer um AVC, e relatou a qualidade do atendimento recebido. “A enfermaria é de luxo e a equipe tem altíssima capacidade técnica. O paciente só recebe alta quando está totalmente apto a sair”, contou. Outro avanço marcante foi a realização de um mutirão do Programa Ver Melhor Alagoas, que totalizou 400 atendimentos em um único dia. Direcionado ao tratamento de retinopatias diabéticas, o mutirão permitiu o diagnóstico e tratamento a muitos pacientes com a doença. A dona de casa Adriana de França, de 43 anos, foi uma das pacientes que tiveram a oportunidade de utilizar os serviços do programa. Em sua primeira consulta no Ambulatório Estadual de Oftalmologia, ela expressou sua satisfação com o atendimento. “Estou impressionada e muito satisfeita. O ambiente é muito organizado e as pessoas são muito humanas. Farei todo o meu tratamento aqui”, relatou Adriana. Adicionalmente, a unidade deu início à captação de órgãos para transplantes, contribuindo diretamente para salvar ainda mais vidas, reforçando seu papel como um hospital de alta complexidade. Referência no cuidado humanizado Para o gestor, o impacto do trabalho da equipe multidisciplinar é fundamental. Segundo ele, o hospital encerrou 2024 como um exemplo de excelência no sistema de saúde, sempre buscando novas formas de promover o bem-estar do paciente e transformar desafios em conquistas para os alagoanos, tudo de forma humanizada. “Nada disso seria possível sem o empenho de cada profissional que integra o nosso time. Trabalhamos com a missão de oferecer saúde de qualidade e humanizada, com foco na inovação e no acolhimento ao paciente. Nosso compromisso é continuar avançando em 2025 para salvar ainda mais vidas.” Redação com Agência Alagoas
Corpo de médica alagoana morta em incêndio será sepultado nesta sexta

Por Mariane Rodrigues A médica alagoana Carolina Canales, que morreu durante um incêndio dentro de um hotel na Tailândia no dia 29 de dezembro de 2024, será sepultada nesta sexta-feira (10), em Maceió. A seguradora encarregada de fazer o translado do corpo de Carolina Canales havia divulgado que a liberação foi concluída no último domingo (5) e que só estava definindo o plano de voo junto às companhias aéreas. O velório de Carolina Pimentel Canales ocorrerá às 14h desta sexta-feira e o sepultamento às 17h, no Campo Santo Parque das Flores, localizado na Avenida Durval de Góes Monteiro, no bairro do Canaã. Reprodução A Missa de Sétimo Dia de Carolina Canales aconteceu no sábado (4), na Igreja Rosa Mísica, no bairro da Mangabeiras, que ficou lotada. O momento aconteceu sob tristeza e comoção, com a presença de familiares e amigos. Nenhum parente da vítima quis falar com a imprensa. Mas uma carta, escrita pela mãe de Carol, a também médica Lara Canales, foi lida por uma amiga da família durante a solenidade. No texto, ela falou sobre a importância da filha na vida dela e sobre a necessidade de buscar forças para seguir em frente. Carolina tinha apenas 24 anos quando morreu em um incêndio dentro de um hotel, na cidade de Bangkok, capital da Tailândia, na Ásia. Ela estava de viagem com o companheiro, com quem noivou há, pelo menos, uma semana antes do incêndio. A alagoana atuava no Hospital Geral do Estado e era reconhecida pelo profissionalismo, competência e dedicação ao trabalho. Informações inicias apontam que o noivo dela, o estudante do curso de medicina Fernando Ressurreição, 26, que estava com ela no hotel, conseguiu escapar do fogo pulando da janela de outro quarto. Ele teve uma fratura na perna. À Gazeta, os amigo das vítimas relataram que o casal acordou com a fumaça. Diante disso, ele teria corrido para procurar uma rota de fuga, pulado pela janela, enquanto a médica não conseguiu deixar o estabelecimento. De acordo com o jornal local Khaosodenglish, três turistas estrangeiros morreram, sendo um no hotel e outros que tinham sido socorridos para o hospital. Redação com Gazeta Web
